Gratidão

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Encontro de casais da igreja presbiteriana abadia dos dourados


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

“Socorro! Tenho filhos!”

“Socorro! Tenho filhos!”
Juliano Costa de Souza

Eli era sacerdote de Israel e pai de uma família, mas seus dois filhos, Hofiní e Fineias, conforme diz a Bíblia, eram filhos de Beliel, ou seja: filhos ruins, maus e rebeldes. Filhos que não reconheciam o Senhor Deus.
Então, foram reprovados por Deus e também pelo o povo de Israel, mas Eli não os repreendia, era omisso como pai e não disciplinava seus filhos. E quando o pai não usa a autoridade que Deus concedeu, acaba perdendo o respeito de seus filhos.
Com isto, Deus ficou indignado e repreendeu o sacerdote Eli por causa dos filhos desobedientes. Para a tristeza da casa de Eli, este não foi enérgico durante os anos de meninice e adolescência dos filhos, agora, estava respondendo pelos atos de Hofiní e Fineias diante de Deus. O legado, que é a maior herança para os filhos, não fora transmitido a eles.
Então, Deus disse ao menino Samuel, filho de Ana e futuro sucessor de Eli: “Naquele dia suscitarei contra Eli, tudo o que tenho falado a respeito da sua casa, começarei e cumprirei. Pois já lhe disse que julgarei a sua casa para sempre pela iniquidade que ele bem conhecia; seus filhos se fizeram abomináveis e ele não os repreendeu.” I Sm 3.13
Aprendemos com tudo isto que as omissões dos pais quanto à disciplina de seus filhos não passam despercebidas aos olhos de Deus e elas serão cobradas pelo Senhor. Disciplina é um dever dos pais responsáveis e quem é omisso colhe seus frutos e infelizmente, frutos amargos. (I Samuel 2. 12-36 e I Samuel 3)
A experiência do lar de Eli nos ensina a necessidade de levar a sério a educação de nossos filhos. Vivemos dias difíceis com grandes ruínas nas famílias; casas destruídas, tempos de rejeição e secularização dos valores éticos e morais, dias de degeneração familiar, dias de forte apelo à libertinagem, dias de intensa rebeldia a toda autoridade sejam policiais, professores, mais velhos, os pais e até mesmo o próximo.
 Nós, pais, devemos ser zelosos para com nossa família. É preciso amar e amar não é dar razão para o filho desobediente em casa e na escola. É tempo de sermos referência para nossos filhos transmitindo-lhes a verdadeira herança, que é o legado.
Mas após tudo isto, se sua situação ainda é de gritar; “Socorro! Tenho filhos!” recorra a Deus em oração, a fim de que o temor do Senhor Deus esteja nos filhos e nunca esmoreça e nem tão pouco peca a esperança. Leve a série a educação de seus filhos.