Gratidão

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domingo, 23 de setembro de 2012

O meu filho, as injeções e uma prova de amor.

Hoje é dia 18 de Setembro de 2012, terça-feira, data que reservei para escrever o artigo do informativo das Igrejas Presbiterianas de Leme SP do próximo domingo dia 23 *. Permita-me relatar um momento pessoal. Estou com minha família, passando por um momento diferente dentro da nossa rotina. Nos últimos cinco dias, meu filho precisou passar por situações de dor; foram cinco injeções muito dolorosas e mais um exame de sangue e estamos apenas na metade, pois ele terá que tomar ainda outras cinco injeções. Tudo isto para curar uma forte infecção. Hoje, quando estava com ele para a injeção do dia, um misto de abraço e incentivo, confiança na força do garoto e emoção, aconteceu entre nós dois na sala do hospital. Confesso que chorei quando ele chorou... E ainda estava na metade do tratamento... Quando vi a agulha penetrando a pele já marcada e roxa, revivi então a dor de uma injeção... É difícil.

Passada a emoção, comecei a refletir na dor de outro pai. Longe de fazer qualquer comparação, pois nada se compara com o que eu vou dizer, mas o que estou falando é que a partir da minha dor, pensei na incomparável dor do Pai divino que viu o seu único Filho (que já estava cansado, já sentindo dor pelos injustos castigos e certamente trêmulo pela dura expectativa) ser perfurado. Não foi perfurado com uma pequena agulha bem desinfetada com perfeito acabamento que tão logo termina o remédio é retirada. Foi sim, perfurado com grandes pregos rústicos, sem um bom acabamento e com grande espessura e que ainda não foi retirado, mas deixado ali para dependurar o corpo com todo o seu peso. Eu chorei e já estou imaginado a nossa dor amanhã: a minha, a do Daniel e também da minha esposa Lidia, mas é inevitável não pensar na dor que o Pai celestial sentiu ao ver seu Filho ser pregado na cruz e na dor que Jesus suportou em meu lugar. É isto mesmo; lá na cruz por mim, pelo meu filho e por você. Enfrentou isto com coragem, provando o seu incomparável amor.


“Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3.16.

By Juliano Costa de Souza.

*  Mesma data que este artigo será publicado neste blog.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

II Reflexão sobre as Palavras de Jesus