Gratidão

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Percepções do tempo.

- Não queremos que o tempo acabe, mas o tempo é tão estranho... O tempo que não gostamos demora passar e o tempo que gostamos passa tão rápido que não o vemos passar.

- O tempo passado parece ser muito curto. O tempo futuro parece muito longo.

By Juliano Costa de Souza

domingo, 4 de novembro de 2012

Caminhar bem perto de Deus.


Eu cresci em uma Igreja Presbiteriana, uma das poucas evangélicas da cidade naquele tempo. Mesmo vivendo e crescendo com pessoas evangélicas, demorei muito para perceber algumas preciosidades.
Demorei em perceber que tradição não é igreja e sim a vida comunitária e que o meu Deus não é um ser poderoso inatingível, mas o Deus poderoso encarnado e que o relacionamento com Ele faz toda a diferença. Percebi que Deus é o mesmo, mas a visão que eu tenho d’Ele pode ser bem diferente da que outros têm sobre Ele. Afirmo isto, pois, cada um tem o seu próprio modo de se relacionar com Deus. Uns com maior intensidade, outros acreditando em um ser poderoso, mas muito distante e, portanto, com menor intensidade. Afinal, é muito pouco saber coisas sobre Deus: que Ele é grande, que é eterno, que é onipotente... É muito pouco se eu não vivo isto. Não significa muito saber teorias de Deus se eu não me relacionar com Ele. Posso garantir, por exemplo, que bem mais importante para mim, é a minha mãe e o meu pai, com a simplicidade deles, que qualquer indivíduo poderosíssimo e riquíssimo. Não porque, biologicamente são meus pais, mas porque me relaciono com eles, com o indivíduo poderosíssimo, não.
Naquele tempo, me relacionava com Deus, mas tinha algo que extrapolava o respeito... Talvez o medo. Acredito que isto se deve ao fato de ter sido ensinado assim. Mas ao longo da minha história, Deus proporcionou meios para que eu pudesse conhecê-lo. Lembro-me inclusive de Jó que passou por um momento de dor e após isto conheceu profundamente o seu Deus. Uma intervenção divina foi quando convivi com adolescentes: descobri que ser um deles é a melhor maneira de estar entre eles e que brincadeiras e pegadinhas, no convívio entre eles, não é falta de respeito; é ser um deles. Isto me fez entender que Deus se encarnou, pois quis ser um de nós para caminhar com cada um de nós.
Não sei qual é a sua realidade, mas gostaria de desafiá-lo a caminhar com Jesus, a viver Jesus e ter um relacionamento profundo com Jesus, pois isto sim faz toda a diferença.

by Juliano Costa de Souza.

A banalização do sexo.

A banalização do sexo diz que o sexo é melhor do que é, mas o torna pior do que é.


O apelo sexual de nossos dias está dizendo nas entrelinhas que o sexo é algo absoluto e nada neste mundo pode se quer aproximar da satisfação que ele pode proporcionar. O problema é que este apelo, deixa o sexo banal e faz o oposto disto acontecer, pois o torna pior que ele verdadeiramente é. Ou seja; o sexo não proporciona o prazer que a propaganda da banalização promete.

Isto é fato, e percebe-se esta realidade claramente, pois a cada dia o indivíduo precisa avançar fronteiras antes jamais imaginadas para tentar a satisfação não encontrada.

Creio que todos em relação ao sexo, tem muito mais a perder com esta banalização que algo a ganhar.

by Juliano Costa de Souza

domingo, 23 de setembro de 2012

O meu filho, as injeções e uma prova de amor.

Hoje é dia 18 de Setembro de 2012, terça-feira, data que reservei para escrever o artigo do informativo das Igrejas Presbiterianas de Leme SP do próximo domingo dia 23 *. Permita-me relatar um momento pessoal. Estou com minha família, passando por um momento diferente dentro da nossa rotina. Nos últimos cinco dias, meu filho precisou passar por situações de dor; foram cinco injeções muito dolorosas e mais um exame de sangue e estamos apenas na metade, pois ele terá que tomar ainda outras cinco injeções. Tudo isto para curar uma forte infecção. Hoje, quando estava com ele para a injeção do dia, um misto de abraço e incentivo, confiança na força do garoto e emoção, aconteceu entre nós dois na sala do hospital. Confesso que chorei quando ele chorou... E ainda estava na metade do tratamento... Quando vi a agulha penetrando a pele já marcada e roxa, revivi então a dor de uma injeção... É difícil.

Passada a emoção, comecei a refletir na dor de outro pai. Longe de fazer qualquer comparação, pois nada se compara com o que eu vou dizer, mas o que estou falando é que a partir da minha dor, pensei na incomparável dor do Pai divino que viu o seu único Filho (que já estava cansado, já sentindo dor pelos injustos castigos e certamente trêmulo pela dura expectativa) ser perfurado. Não foi perfurado com uma pequena agulha bem desinfetada com perfeito acabamento que tão logo termina o remédio é retirada. Foi sim, perfurado com grandes pregos rústicos, sem um bom acabamento e com grande espessura e que ainda não foi retirado, mas deixado ali para dependurar o corpo com todo o seu peso. Eu chorei e já estou imaginado a nossa dor amanhã: a minha, a do Daniel e também da minha esposa Lidia, mas é inevitável não pensar na dor que o Pai celestial sentiu ao ver seu Filho ser pregado na cruz e na dor que Jesus suportou em meu lugar. É isto mesmo; lá na cruz por mim, pelo meu filho e por você. Enfrentou isto com coragem, provando o seu incomparável amor.


“Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3.16.

By Juliano Costa de Souza.

*  Mesma data que este artigo será publicado neste blog.