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Gratidão
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
no cantinho da casa!: "pela graça sois salvos"
no cantinho da casa!: "pela graça sois salvos": A humanidade em Adão foi sentenciada à morte por causa do pecado e o único caminho para livrar-se desta sentença “é mediante a fé por meio ...
"pela graça sois salvos"
A humanidade em
Adão foi sentenciada à morte por causa do pecado e o único caminho para
livrar-se desta sentença “é mediante a fé por meio de Jesus” (Romanos 5.1). E
não há vontade, esforço ou mesmo uma linda obra por parte do homem que venha ao
menos facilitar isto. Afinal, é “pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de
vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”. Efésios
2.8-9
Juliano Costa de Souza
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Frases curtas e reflexões demoradas.
Todo nascimento de uma criança é um milagre, mas nenhum se compara ao de Jesus.
Cultuar a Deus é sagrado, cultuar a mim mesmo é pecado.
Se Jesus for apenas um exemplo de vida, você ainda não entendeu nada, porque Jesus é bem mais que isto, é o único Salvador.
Cultuar a Deus é sagrado, cultuar a mim mesmo é pecado.
Se Jesus for apenas um exemplo de vida, você ainda não entendeu nada, porque Jesus é bem mais que isto, é o único Salvador.
A vinda de Cristo ao mundo vai muito além do que um simples marco na humanidade.
O ser humano pecador jamais se tornaria justo apenas seguindo o exemplo de Cristo. É preciso aceitá-lo como o único salvador.
Ninguém deixa de ir ao trabalho por ele ser chato e ninguém deixa de ouvir o chefe por ele ser chato, mas deixa de ir à igreja dizendo que é chato. Por que isto acontece? Igreja não é show e não é um evento que se chama culto com ingresso comprado. Igreja é para adorar e estar em comunhão com pessoas amadas por Cristo. O culto se torna chato quanto você não está interessado em Deus, mas será chato até você precisar dele.
By: Juliano Costa de Souza
domingo, 17 de novembro de 2013
Corrupção.
Corrupção é como colocar uma cadeira sobre o pé de alguém e assentar-se
nela, ver o sofrimento no olhar da pessoa, escutar gemidos de dor e ainda assim
continuar assentado ali.
Juliano Costa de Souza
José (s) do passado, José (s) de hoje.
Duas das cenas mais nobres da história foram protagonizadas
por José (do Egito) e por José (quando noivo de Maria, mãe de Jesus). O
primeiro correu de uma mulher casada, pois era honesto e temente a Deus e o
segundo para não difamar Maria resolveu deixá-la sem alarde.
Dezenas de séculos depois, duas das cenas mais ridículas foram
protagonizadas por José(s). Ambos são políticos brasileiros. O primeiro ergueu
o braço esquerdo e o segundo também. A atitude mais nobre seria abaixar a
cabeça e dizer: eu errei.
Juliano Costa de Souza.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
O Conforto do Conservadorismo. resumo.
“O mero
tradicionalismo é uma coisa que mata”, assim está registrado logo no início do
texto de Parker. A obra busca ainda no início, apresentar uma compreensão do
tema proposto que é “o conforto do conservadorismo”. Iniciando pela expressão
conforto o autor vai dizer que existe o significado das Escrituras com sentido
de fortalecer ou mesmo revigorar as forças. Há ainda o sentido de fazer as
pessoas se sentirem melhores. Este segundo é chamado de conforto almofada, mas
este pode em longo prazo e até mesmo em curto prazo, em vez de fortalecer,
irritar.
Assim, o
autor diz que conservadorismo também tem dois significados: criativo que é
revolucionário e inteligente, já o segundo é turrão, obstinado, cego e está
preso ao passado. Se não conhecer a base do conservadorismo, a compreensão será
errada e concluirá como se fosse um movimento separatista e alienado.
Para o
conservadorismo criativo, a utilização da tradição, não a tem como recurso
final e portanto, como autoridade absoluta, mas é um recurso importante que
auxilia à compreensão das Escrituras.
Um pouco
adiante, o autor trabalha a questão da imposição da tradição. Ele faz uma dura
crítica a este tipo de tradicionalismo o chama de “tradicionalismo tirano”.
Discutindo a
natureza da tradição cristã, o autor volta a lembrar que o tradicionalismo tem
o significado de conservadorismo e ainda lembra que existe a tradição cega e cegadora,
mas existe a tradição sábia e esclarecedora.
É pertinente
lembrar que “a tradição caracteriza as comunidades”: ao dizer isto, autor
lembra que não tem como haver uma comunidade sem suas tradições, pois ninguém
pode dizer que está livre de tradição. Isto não pode ser negado, pois a
tradição da igreja é passada através de pronunciamentos eclesiásticos oficiais,
cânticos, catequese, pregação, ensino, etc. Assim, o problema não são as
tradições e nem se quer é problema ter ou não tradição, o grande problema é se
as nossas tradições estiverem em desacordo com a Bíblia, pois as Escrituras são
o padrão absoluto.
As tradições
existentes hoje iniciaram com atos contemporâneos de “exegese, exposição e
aplicação das verdades bíblicas”. Diante disto, deve-se considerar que as
tradições podem ser parcialmente certas e parcialmente erradas, pois desde o
início da igreja cristã, o pecado já estava presente. Mas a Igreja Católica e a
Ortodoxa dizem que certas partes da tradição são infalíveis, já o
protestantismo nega infalibilidade da tradição e afirma infalível apenas as
Escrituras. Assim, a última palavra é das Escrituras.
Os cristãos
tanto podem se beneficiar como também podem ser vítimas da tradição.
Beneficiados ao ver a atuação de Deus que é fiel nas gerações bem como as
verdades que foram por eles recebidas. Mas é vítima, pois corre o risco de
assimilar tudo como algo bom, mesmo não sendo e nem estado em conformidade com
a Bíblia. Reter tudo, pelo simples fato de ter se tornado tradicional. O que se
deve fazer é questionar a própria tradição para reter de fato o que e certo.
As tradições
seculares se opõem as tradições cristãs. Justamente por esta razão, é que a
igreja precisa sempre se reformar para que a igreja cristã possa manter firme o
ensino da Palavra de Deus. É viver constantemente em uma batalha de tradição em
prol do que é essencial e correto.
Existe uma
vantagem na tradição cristã e os evangélicos deixam de desfrutar desta
vantagem. O autor apresenta então quatro vantagens da tradição cristã: 1 –
Raízes - ao conhecer a tradição cristã, pois pode-se conhecer as raízes e isto
é de suma importância. Conhecer as raízes é apreciar a família da fé que nós
fazemos parte. 2 – Realismo - ao conhecer a tradição, pode-se conhecer a
realidade do passado e isto ajuda-nos hoje. 3 – Recursos - os recursos são
ampliados, pois ganham mais sabedoria vendo do passado. O fato é que cada
época, o foco de análise bíblica é diferente, com isto, pode-se aprofundar em
aspectos pouco refletidos hoje. 4 – Lembretes - quando se conhece a tradição,
recebe-se lembretes históricos importantes. O que foi vivido no passado, pode
nortear a vida hoje para não agir erradamente como foi em alguns casos no
passado.
O autor
agora se dedica em falar do conservadorismo tirano e o mesmo dá o nome deste
bloco de “o abuso da tradição cristã”. Temos aqui, conforme diz o autor, um
diagnóstico do que parece estar errado. O desejo do autor é que cada um faça o
julgamento, sendo assim, ele não está preocupado em apontar o errado, mas o
erro. A obra mostra alguns verdadeiros absurdos que a tirania da tradição pode
gerar, como no caso de nomear somente uma tradução como texto bíblico chegando
ao ponto de acreditar que se o vocábulo for diferente, não é texto bíblico. O
final disto é que esta tradição é uma verdadeira mistura completamente fora de
lógica e acaba gerando homens com grandes poderem em suas mãos. Infelizmente,
estes estão buscando a segurança nas estruturas imutáveis da igreja e não no
relacionamento imutável com Deus através de Cristo.
Caminhando
para o final do texto, Parker trabalha o lado criativo do conservadorismo e a
tradição cristã. Ele diz que é sair do diagnóstico para a cura e se tem por
aliviado neste ponto. O conservadorismo criativo não utiliza da tradição como
autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante do Deus providente
para nós. Por isso, as igrejas evangélicas precisam entender isto e usar este
conservadorismo criativo. Para buscar este conservadorismo criativo é preciso:
ter honestidade na auto-crítica, ou seja, fazer um exame crítico na própria
vida. Requer humildade no juízo
particular, lembrar que os reformadores ensinaram o julgamento particular,
mostrando que ninguém pode tomar sua fé de segunda mão, mas estar submisso às
Escrituras a fim de verificar se as coisas são como ensinadas. E ainda a
integridade na ação moral. A Bíblia é o padrão para formar a integridade moral.
PARKER, J.I. O Conforto do Conservadorismo. In
Religião de Poder. Vários autores. São Paulo: Cultura Cristã. 288 pg (p.
231-243)
Cristianismo e Liberalismo. resumo.
A obra ensina que o fundamento cristão não
pode ser negado e o autor aponta o liberalismo com uma nova religião que nega
este fundamento e o objetivo desta obra é apresentar a fé cristã como uma
verdade que não está ultrapassada. O livro inicia levantando a questão: se a
igreja primitiva que continuou e está presente hoje poderia manter-se em
companhia com a ciência em tão grande modernidade? Mas a questão é justamente o
fato de que o liberalismo pode ser criticado e colocado como não cristão. Sendo
assim, a fé conservadora se opõe ao liberalismo para defender o cristianismo
apontando os erros liberais e afirmando a veracidade das Escrituras.
Considerando ainda que a fé conservadora está firmada em uma base sólida. Isto
não é uma resposta às acusações sofridas e tais acusações são: 1) Violação do voto de ordenação; 2) Rejeição
do governo e disciplina da Igreja Presbiteriana; 3) Desconsideração e
desobediência às regras e autoridade legítima da Igreja; 4) Defesa de uma
rebelde afronta contra a legítima autoridade da Igreja; 5) Recusa de cortar
suas relações com a Junta Presbiteriana de Missões Estrangeiras, conforme ordem
expressa do Supremo Concílio; 6) Falta de zelo e fidelidade em manter a paz da
Igreja; 7) Desprezo e rebelião contra seus superiores na Igreja, nos seus legítimos
conselhos, ordens e correções; 8) Quebra de seus votos e juramentos e 9) Recusa
aos seus irmãos no Senhor.
Certamente a perspectiva do autor era muito intensa, pois o mesmo chama
o momento vivido pela religião de um tempo de conflito. Assim, a obra afirma
que “não é o cristianismo do Novo Testamento que está em conflito com a
ciência, mas o suposto cristianismo da Igreja liberal moderna.” (Machen, 2001, p. 19)
A religião cristã tem como base as Escrituras e isto não a torna
alienada e nem tão pouco opositora a ciência, pois a própria religião usa de
recursos científicos como é o caso da história. A obra ainda vai dizer que a
ciência sempre acaba se opondo a fé cristã bem como será opositora ao
liberalismo. O autor do livro levanta uma questão pertinente que é: estaríamos
condenados a vivier para sempre a vida cruel do utilitarismo? O livro responde
que a restauração para este mal foi descoberto na religião cristã.
Com todos estes critérios, Machen conclui que o liberalismo não é nem
científico e nem cristão, mas como já fora mencionado, é puramente outra
religião que não tem uma fé essencialmente histórica. E cabe ainda ressaltar
que há um grande problema do liberalismo tentar unir a ciência moderna ao
cristianismo, fazendo assim uma conciliação. O problema é o abandono da
essência que é a fé no Senhor e Salvador Jesus Cristo.
A obra apresenta algumas razões que explicam o ponto de vista em definir
o liberalismo teológico como uma religião não cristã.
1. O liberalismo teológico não é cristianismo porque é ilógico. O Novo
Testamento não separa, por exemplo, o fato histórico de Jesus com o fato
sobrenatural como os milagres. O Jesus histórico defendido pelo liberalismo,
não é sobrenatural. 2. O liberalismo moderno não é cristianismo porque exclui a
crença no Deus transcendente e pessoal. Este é de fato um grande problema, pois
a essência do cristianismo aponta para Deus como pessoal e real e o liberalismo
perdeu de vista esta essência cristã. Desta forma, o liberalismo perde de vista
o Deus vivo bem como o homem pecador. 3. O liberalismo teológico não é
cristianismo porque nega o dogma como elemento factual da história.
O autor desenvolve muito bem esta parte do dogma e
um destaque que é feito é quanto ao apóstolo Paulo quando diz:
“Paulo não estava interessado meramente nos princípios éticos de Jesus;
ele não estava interessado simplesmente nos princípios gerais da religião ou da
ética. Pelo contrário, ele estava interessado na obra redentora de Cristo e no
seu efeito sobre nós. Seu principal interesse era a doutrina cristã, e não
apenas nos pressupostos da doutrina cristã, mas no seu cerne. Se o Cristianismo
deve se tornar independente de doutrina, então o “Paulinismo” deve ser
removido da raiz e das ramificações do Cristianismo.” (MACHEN, 2001, p.35)
Quando os fatos são narrados, percebe-se a
história, mas existe o significado e isto é doutrina, portanto, cristianismo é,
inerentemente, a religião do dogma bem como da história.
Em
todo este processo, a Bíblia se apresenta como exclusiva, pois as ideias do
cristianismo podem ser encontradas em outra religião, mas não pode haver
cristianismo em outra religião. Porque o cristianismo depende da narração de um
evento.
Já
foi discorrido sobre a questão da doutrina e vale reiterar. Conforme se vê na
obra, o cristianismo não pode ser
crido independente da doutrina. Mas o texto continua discutindo outras questões
importantíssimas que são: - Deus e o homem. - A Bíblia como elemento chave na
fundamentação da fé cristã. – Cristo. -
Uma vez que exista diferença na mensagem destas duas religiões, a base desta diferença se encontra na interpretação da pessoa de Cristo. Para os cristãos Cristo é o objeto da fé e para o liberal é apenas um exemplo de fé. Desta forma, percebe-se que os cristãos se relacionam religiosamente com Jesus; já os liberais não têm este relacionamento com Ele. A partir de então, o autor faz uma defesa de Jesus como Deus encarnado que não jamais pecou. – Salvação. - Esta é vista pela teologia moderna liberal a partir de um conceito antropológico, já para o cristianismo é ato exclusivamente divino. Sem dúvida que a salvação é pelo ato sacrifical de Cristo Jesus. Os liberais objetam contra a salvação cristã e dizem que esta salvação tem problemas como: A sua dependência histórica, pois eles aplicam a fé nos efeitos obtidos pela cruz, mas não na causa em si. Se o Cristianismo for aceito apenas como uma experiência religiosa não será cristianismo, pois cristianismo é histórico. Outra objeção é a exclusividade da salvação. Somente em Jesus é uma ofensa aos liberais. Assim, seria uma salvação muito estreita e limitada, pois muitos bons morrem sem Jesus. O autor responde dizendo que o problema está no modo como a igreja tem levado este nome. O liberalismo ainda vai dizer que a doutrina cristã da cruz não condiz com o caráter divino, mas a perspectiva de pecado dos liberais está inferiorizada em relação à verdade bíblica. - A igreja. - O conceito cristão de igreja é a unidade do povo mesmo que viva em lugares diferentes. A igreja do liberalismo moderno acredita que a utilidade do no cristianismo é a aplicação das “verdades morais”.
Uma vez que exista diferença na mensagem destas duas religiões, a base desta diferença se encontra na interpretação da pessoa de Cristo. Para os cristãos Cristo é o objeto da fé e para o liberal é apenas um exemplo de fé. Desta forma, percebe-se que os cristãos se relacionam religiosamente com Jesus; já os liberais não têm este relacionamento com Ele. A partir de então, o autor faz uma defesa de Jesus como Deus encarnado que não jamais pecou. – Salvação. - Esta é vista pela teologia moderna liberal a partir de um conceito antropológico, já para o cristianismo é ato exclusivamente divino. Sem dúvida que a salvação é pelo ato sacrifical de Cristo Jesus. Os liberais objetam contra a salvação cristã e dizem que esta salvação tem problemas como: A sua dependência histórica, pois eles aplicam a fé nos efeitos obtidos pela cruz, mas não na causa em si. Se o Cristianismo for aceito apenas como uma experiência religiosa não será cristianismo, pois cristianismo é histórico. Outra objeção é a exclusividade da salvação. Somente em Jesus é uma ofensa aos liberais. Assim, seria uma salvação muito estreita e limitada, pois muitos bons morrem sem Jesus. O autor responde dizendo que o problema está no modo como a igreja tem levado este nome. O liberalismo ainda vai dizer que a doutrina cristã da cruz não condiz com o caráter divino, mas a perspectiva de pecado dos liberais está inferiorizada em relação à verdade bíblica. - A igreja. - O conceito cristão de igreja é a unidade do povo mesmo que viva em lugares diferentes. A igreja do liberalismo moderno acredita que a utilidade do no cristianismo é a aplicação das “verdades morais”.
Machen, J. Gresham. Cristianismo e Liberalismo. São Paulo: Editora Os Puritanos, 2001.
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