A palavra amor é muito usada no mundo. Só em português, em uma rápida consulta eletrônica, existe mais de 470 milhões de referência. Em inglês, “love”, tradução de amor, são 4,28 bilhões de referência.
Em meio a tantas referências, existem diferentes classificações e várias formas de amor principalmente ao ser colocado em prática, como: o amor que tem a característica temporária da paixão, amor entre família, amor àquilo que não conduz em um bom caminho.
Há também, o conhecido amor platônico, que por mais idealista que seja, é um amor à distância, não se aproxima e por isso não toca e nem há real envolvimento. Fica no campo ideal, mas longe do real.
Existe ainda outro amor. Normalmente é chamado de “ágape”, mas podemos traduzir por “amor de Deus ou de Jesus”. Diferente dos demais conceitos de amor, Jesus ama incondicionalmente. Diferente também do amor platônico, o ágape é o amor que não fica no campo idealista, extrapola isto, pois Deus toca o sofrimento, se envolve na angústia, se aproxima para fazer companhia. É o amor de completo envolvimento.
Como está escrito em Romanos 5.8 “Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” E ainda em João 3.16: “Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Jesus, o nosso Deus salvador nos ama de modo surpreendente.
Este mesmo Jesus que ama, é o mesmo que chama para uma vida diferente. Saiba que na solidão, Ele se faz presente ao seu lado; na sua angustia, Ele se aproxima para confortar; na sua desilusão, Ele revela o seu amor.
O amor divino, é tão magnífico que absolutamente nada, pode atrapalhar esse amor. Abra seu coração para Jesus e lembre-se que ninguém pode impedi-Lo de amar você, Como está escrito: Romanos 8.38-39 “Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.”
Neste blog será postado tudo aquilo que tem a ver com uma vida feliz. Família e familiares, amigos e saudades, viagens e despedidas, chegadas e estradas, eu e ela... minha vida e meu Redentor...
Gratidão
terça-feira, 5 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Reclamar é fácil, e louvar?
É difícil encontrar pessoas dispostas a encarar grandes desafios, mas é muito fácil encontrar pessoas dispostas a reclamar. Pode-se fazer o teste na fila do banco. Basta começar reclamar da demora que você se torna popular e muitas pessoas estarão prontas a ajudá-lo na tarefa de falar.
Quero, a partir dos conceitos do Salmo 150, apresentar uma nova alternativa que é a do louvor. É um salmo de alegria, é um salmo musical que forma uma verdadeira orquestra de vida em louvor a Deus. A expressão “Aleluia” marca o seu início e fim. De modo que a essência apresentada é o louvor a Deus. Logo após a primeira expressão, o Salmo nos mostra que Deus é extremamente grande e no alto lugar, está pronto a receber o louvor como se lê: “Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder”.
Após isto, descobrimos que o salmista, faz um alerta mostrando os motivos para o louvor a Deus. “Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante a sua muita grandeza.” Deus realiza feitos extraordinários e por isso é merecedor de receber louvores, sem deixar de destacar a Sua grandiosidade.
Ao chegar à parte central do salmo, depara-se com a prática para o dia a dia e é aqui que chamo sua atenção, pois o texto apresenta bem mais que uma maneira adequada para o louvor a Deus. Existe uma relação de instrumentos musicais e poderíamos limitar as palavras da poesia dizendo que o louvor se dá quando cantamos e tocamos, mas ouso dizer que é bem mais que isto. Para perceber, é necessário observar a utilização de cada instrumento mostrado aqui. O som da trombeta era para as guerras, o saltério e a harpa utilizados para acompanhar o canto, adufes e danças era a representação das festas, os instrumentos de cordas e as flautas eram instrumentos para se ouvir e os címbalos novamente lembram as festas feitas ao Senhor Deus. Com isto, fica claro que se deve louvar a Deus, isto é; ter um coração agradecido em todo lugar, em todo tempo e em toda circunstância. Seja nas guerras ou provações, nas festas ou encontros familiares, nas igrejas ou em nosso cotidiano, podemos e precisamos louvar a Deus.
Por fim a poesia destaca que todos necessitam desenvolver esta característica de louvar a Deus quando diz: “todo ser que respira louve ao Senhor”.
Quero, a partir dos conceitos do Salmo 150, apresentar uma nova alternativa que é a do louvor. É um salmo de alegria, é um salmo musical que forma uma verdadeira orquestra de vida em louvor a Deus. A expressão “Aleluia” marca o seu início e fim. De modo que a essência apresentada é o louvor a Deus. Logo após a primeira expressão, o Salmo nos mostra que Deus é extremamente grande e no alto lugar, está pronto a receber o louvor como se lê: “Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder”.
Após isto, descobrimos que o salmista, faz um alerta mostrando os motivos para o louvor a Deus. “Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante a sua muita grandeza.” Deus realiza feitos extraordinários e por isso é merecedor de receber louvores, sem deixar de destacar a Sua grandiosidade.
Ao chegar à parte central do salmo, depara-se com a prática para o dia a dia e é aqui que chamo sua atenção, pois o texto apresenta bem mais que uma maneira adequada para o louvor a Deus. Existe uma relação de instrumentos musicais e poderíamos limitar as palavras da poesia dizendo que o louvor se dá quando cantamos e tocamos, mas ouso dizer que é bem mais que isto. Para perceber, é necessário observar a utilização de cada instrumento mostrado aqui. O som da trombeta era para as guerras, o saltério e a harpa utilizados para acompanhar o canto, adufes e danças era a representação das festas, os instrumentos de cordas e as flautas eram instrumentos para se ouvir e os címbalos novamente lembram as festas feitas ao Senhor Deus. Com isto, fica claro que se deve louvar a Deus, isto é; ter um coração agradecido em todo lugar, em todo tempo e em toda circunstância. Seja nas guerras ou provações, nas festas ou encontros familiares, nas igrejas ou em nosso cotidiano, podemos e precisamos louvar a Deus.
Por fim a poesia destaca que todos necessitam desenvolver esta característica de louvar a Deus quando diz: “todo ser que respira louve ao Senhor”.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
“VIVER É A MELHOR COISA DO MUNDO”
Desenho Daniel 5 anos
Ao chegar à pré-escola, tive as primeiras percepções de uma necessidade humana. Muitas vezes, observei colegas, esforçando-se para ser o centro das atenções. Para isto, fazia de tudo: capoeira com mortal, cambalhotas de cima das traves ou uma ação qualquer para ser o centro. Alguns anos se passaram e eu percebi que o esforço de muitos destes colegas, tinha como objetivo, ganhar a atenção principalmente das colegas. Isto ficava evidente no gesto e no olhar conquistador.
O tempo passa, mas as necessidades humanas não e as cambalhotas para arrancar um olhar das colegas transformam-se em ações arriscadas. Pude ver, jovens que outrora viravam cambalhotas, agora se aventurando nas cantadas de pneus, cavalo de pau, empinando rodas de motos, chegando em primeiro lugar num racha emocionante e após tudo isto, o êxtase do aplauso das colegas.
Para conquistar estas, coloca-se em alto risco de perda a própria vida. É difícil entender, mas isto é uma realidade. Para chegar ao top da sensação, emoção e adrenalina, a própria vida está em cheque com as drogas, alta velocidade e muitas outras formas inovadoras que a cada dia são apresentadas.
É... O tempo passa e continuam “aproveitando” bem a vida... Há poucos dias estava viajando com a família e começou a chover. Reduzi para uma marcha mais forte e uma velocidade menor. Muitos carros me ultrapassavam, então disse: “pode ir pessoal, com chuva prefiro ir devagar!” Neste momento, ouvi algo maior que o top da sensação, emoção e adrenalina. Ouvi: - “É por isso que gosto de estar ao seu lado, você é cuidadoso, eu te amo”. Não eram algumas colegas, era a minha incrível esposa.
Isto me fez pensar; você não precisa fazer extravagância no volante ou na sua moto, pelo contrário, correria no trânsito tem sido motivo de discórdias familiares. Não é alta velocidade que sua esposa espera de você, ela deseja ser cuidada por você.
O tempo ainda passa e é muito bom ver o tempo passar até quando demora passar. Prova que estou vivo e como canta Kleber Lucas; “viver é a melhor coisa do mundo.” Viver é tão bom, que a promessa de Deus ao homem que crê em Jesus é vier; “viver eternamente”. Sinto dizer que muitos, em busca de uma sensação, já não vivem aqui...
Faça uma análise de tudo isto e lembre-se; não é de alta velocidade, adrenalinas forçadas, drogas que sua vida necessita. Seja verdadeiramente e longamente feliz!
Juliano Costa de Souza
Ao chegar à pré-escola, tive as primeiras percepções de uma necessidade humana. Muitas vezes, observei colegas, esforçando-se para ser o centro das atenções. Para isto, fazia de tudo: capoeira com mortal, cambalhotas de cima das traves ou uma ação qualquer para ser o centro. Alguns anos se passaram e eu percebi que o esforço de muitos destes colegas, tinha como objetivo, ganhar a atenção principalmente das colegas. Isto ficava evidente no gesto e no olhar conquistador.
O tempo passa, mas as necessidades humanas não e as cambalhotas para arrancar um olhar das colegas transformam-se em ações arriscadas. Pude ver, jovens que outrora viravam cambalhotas, agora se aventurando nas cantadas de pneus, cavalo de pau, empinando rodas de motos, chegando em primeiro lugar num racha emocionante e após tudo isto, o êxtase do aplauso das colegas.
Para conquistar estas, coloca-se em alto risco de perda a própria vida. É difícil entender, mas isto é uma realidade. Para chegar ao top da sensação, emoção e adrenalina, a própria vida está em cheque com as drogas, alta velocidade e muitas outras formas inovadoras que a cada dia são apresentadas.
É... O tempo passa e continuam “aproveitando” bem a vida... Há poucos dias estava viajando com a família e começou a chover. Reduzi para uma marcha mais forte e uma velocidade menor. Muitos carros me ultrapassavam, então disse: “pode ir pessoal, com chuva prefiro ir devagar!” Neste momento, ouvi algo maior que o top da sensação, emoção e adrenalina. Ouvi: - “É por isso que gosto de estar ao seu lado, você é cuidadoso, eu te amo”. Não eram algumas colegas, era a minha incrível esposa.
Isto me fez pensar; você não precisa fazer extravagância no volante ou na sua moto, pelo contrário, correria no trânsito tem sido motivo de discórdias familiares. Não é alta velocidade que sua esposa espera de você, ela deseja ser cuidada por você.
O tempo ainda passa e é muito bom ver o tempo passar até quando demora passar. Prova que estou vivo e como canta Kleber Lucas; “viver é a melhor coisa do mundo.” Viver é tão bom, que a promessa de Deus ao homem que crê em Jesus é vier; “viver eternamente”. Sinto dizer que muitos, em busca de uma sensação, já não vivem aqui...
Faça uma análise de tudo isto e lembre-se; não é de alta velocidade, adrenalinas forçadas, drogas que sua vida necessita. Seja verdadeiramente e longamente feliz!
Juliano Costa de Souza
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Deus está presente com o seu povo
Introdução:
Inicio esta mensagem lendo parte de uma matéria escrita por Renato Oliveira do Site Patrocínio hoje intitulada:
“Deus também assiste reality show”
... com seu controle remoto para assistir a um reality show que tem de tudo que alguém possa imaginar. Ele continua lá em cima, assistindo e dando algumas boas risadas. É a vida.
Às vezes temos a impressão que Deus está nos assistindo de longe
Elucidação:
O Salmo 46 é a abertura de um pequeno grupo de três salmos que trabalham idéias semelhantes: eles enfatizam a Deus que é exaltado e adorado, afinal, a providência de Deus é muito clara e isto fica externado nas palavras destes salmos. É o externar da fé neste Senhor que é Deus, o único Deus. Isto é pertinente, pois se pode ler na confissão de fé: “pela mui sábia e santa providência, segundo a sua infalível presciência e o livre e imutável conselho de sua própria vontade, Deus, o grande Criador de todas as coisas, para o louvor da glória de sua sabedoria, poder, justiça, bondade e misericórdia, sustenta, dirige, dispõe e governa todas as criaturas, todas as ações delas e todas as coisas, desde a maior até à menor.”
É uma linda poesia composta pela famosa família de Core. Palavras verdadeiras, poesia para ser cantada em voz soprano, isto é; vozes femininas, mas que poderia ser executada por instrumentos com afinação em “tom alto” também.
Cantavam no templo da cidade Santa à presença de Deus. Presença de Deus completamente externada nas palavras deste Salmo, pois a presença de Deus é uma ênfase deste Salmo. Sem dúvida que o Salmo 46 gira em torno do nome: Emanuel – embora não se lê este nome aqui, é o Deus presente, o Deus que é Emanuel que motiva a composição deste poema.
Sem dúvida que a presença de Deus permeia o salmo da primeira a última letra. Basta uma só leitura para ver a repetição enfática do salmista: Deus está presente!!! E é aqui que nasce o nosso tema:
Por isso; Chamo a atenção dos irmãos para a seguinte proposição:
Tema: Deus está presente com o seu povo.
A presença de Deus é real, mas a presença de Deus embora seja real
I- Não isenta o seu povo de dificuldades. V1-3
O povo corria grande risco de guerra pela invasão dos assírios que eram perversos. Sem dúvida que esta empreitada militar que era vista pelo povo de Deus como uma crise militar, poderia gerar uma grande calamidade social.
Certamente que as palavras de Ezequias em II Rs 19. 2-3 mostram muito bem o quanto a vida estava dura: “Então, enviou a Eliaquim, o mordomo, a Sebna, o escrivão, e os anciãos dos sacerdotes cobertos de pano de saco, ao profeta Isaías, filho de Amoz; os quais lhe disseram: Assim diz Ezequias: Este dia é dia de angústia, de disciplina e de opróbrio; porque filhos são chegados à hora de nascer, e não há força para dá-los à luz.”
Deus é o socorro Emanuel, bem presente, é mui abundante o socorro divino nas tribulações. Não significava qualquer tribulação, era uma baita de uma tribulação que este povo vive.
A forma poética que o salmista descreve a iminente invasão do inimigo é aterrorizante. Os V2-3 comparam o exército invasor como a fúria da natureza. A forma que o exército assírio marchava era de tremer a terra, dava realmente medo.
Diante de um quadro deste: confiar em Deus, pois Ele é o único capaz de salvar
E é lindo perceber a segurança descrita. Não tem medo, pois a confiança está de fato em Deus mesmo que a tribulação seja imensa. O Salmo 27.3 é outro exemplo de confiança quando diz: “Ainda que um exército se acampe contra mim, não se atemorizará o meu coração; e, se estourar contra mim a guerra, ainda assim terei confiança.”
Ao olhar a palavra de Deus, percebemos que muitos servos do Senhor, embora desfrutassem da presença divina, passaram por situações adversas.
Paulo é um exemplo e chega a descrever o quanto a sua vida foi difícil e em Filipenses diz: Aprendi estar contente em toda e qualquer situação.
Os heróis da fé de Hebreus 11 sofreram, foram humilhados, passaram por açoites, necessidades, afligidos – dificuldades presente na vida.
O próprio Jesus teve conhecimento de causa do que é sofrer e não isentou ninguém de passar por momentos assim, disse: Jo 16.33 “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflição; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”.
O crente passa por problemas!!! E isto o salmo trabalha muito bem. A presença de Deus é concreta assim como na vida do cristão, mas vale lembrar a resposta do salmista e deste povo por meio da letra desta poesia: “não temeremos!!!”
A propósito, o conceito de que o crente não tem e não passa por problemas tem gerado a cada dia, pessoas que não vive mais o valor do Evangelho.
Lembro-me de uma obra escrita por Dietrich Bonhoefer “o discipulado”, quando o mesmo diz com muita pertinência que a “Graça Preciosa (aquela conquistada por Cristo) é bem diferente da graça barata. Esta trouxe caos, pois não destaca uma real transformação na vida do pecador. É a graça sem discipulado, a graça sem a cruz, a graça sem Jesus Cristo, vivo e encarnado".
Quero afirmar com isto que nós, cristãos, servos de Deus que conta dia após dia com a presença de Deus, não estamos isentos de passar por momentos adversos.
Certamente que as adversidades, os problemas são diferentes: para alguns, o sonho que ainda não se realizou e isto gera muita ansiedade, choro, espera. Para outros pode ser uma momento de perda, perda de um amigo ou parente (ente querido), ou a angústia e sofrimento devido a uma enfermidade pessoal ou de alguém que você ama. Sei que é muito amplo: dificuldade financeira? Dificuldade familiar? Problemas que podem gerar pavor? Medo?
Quando refletimos em nossa vida e em nossos problemas, fazemos a ponte e sentimos um pouco daquilo que este povo bíblico enfrentou a ponto de dizer da fúria da natureza demonstrando o tamanho da dificuldade, ainda assim, podendo dizer: não temeremos. Como Calvino destacou: “ o Salmo já começa dizendo que Deus é suficiente poderoso para proteger a seu povo peculiar e que lhes comunica base sólida de esperança.
A este ponto do que expomos até agora, Nada como dizer o estribilho deste salmo, O senhor dos exércitos está conosco, o Deus de Jacó é o nosso refugio.
Sendo a tribulação guerra, Deus é o Deus dos exércitos, é o Senhor dos exércitos que está presente.
I- Aprendemos aqui, que não importa a situação, Deus está presente.
Ou seja; Deus está presente e isto não isenta o seu povo das dificuldades. Aliás, até as dificuldades são bênçãos, pois elas nos fazem crescer.
Tema: Deus está presente com o seu povo.
E é justamente esta presença
II- Que garante vida ao seu povo v 4-7
Desde a virada da manhã, Deus cuida, por isso a vida é garantida pelo cuidado de Deus.
Enquanto a marcha de Senaqueribe e seu exército mais parece um dilúvio ou até mesmo um terremoto, o Salmista mostra algo surpreendente na segunda estrofe do cântico.
Até agora, o salmista fala da confiança em Deus, mas nesta estrofe, os filhos de Coré vão além, eles falam sobre a concretude do cuidado de Deus sendo exemplificada.
Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus? Que rio? A cidade dos outros sim, belos rios na região da babilônia, mas Jerusalém não tem senão um pequeno rego d’agua, Siloé, mas é por aí que o salmista mostra o cuidado literal na forma poética da canção.
Ao dizer sobre este Rio, o povo de Deus lembrava imediatamente de como a vida deles era preservada através de um aqueduto construído por Ezequias que levava água pra dentro de Jerusalém. E esta água supria a necessidade daquele povo, garantia vida àquele povo.
Tal qual a importância das águas do pequeno riacho que pelo aqueduto sacia a sede, era também a existência do Templo naquele lugar, pois é o símbolo da presença do próprio Deus.
Não é diretamente as águas que providenciava vida aos de Jerusalém que o salmista dizia, embora isto ficasse claro em suas mentes. O salmista fala exatamente da casa de Deus, pois é de lá que afluía as bênçãos. É a presença de Deus que faz o livramento ser real e a presença de Deus era visível pela existência da morada do Deus altíssimo no meio do povo.
Vale a pena ressaltar que naquela época, diferente de hoje, a presença de Deus se dava especialmente pela presença do local de culto. E deste local saía o verdadeiro rio – este é o verdadeiro rio que alegra a cidade de Deus.
E isto gerava / realimentava de novo em cada coração a esperança. Esperança ampliada a cada palavra deste Salmo. Deus que está no meio dela, é o mesmo Deus que cuida e ajuda.
É poder viver o que disse Jeremias em lamentações: no meio da aflição trazer à memória o que traz esperança.
Deus é aquele que fez uma obra para o ser humano simplesmente impressionante, Ele desloca a sua presença do local físico e faz agora do próprio indivíduo a sua habitação.
A nossa maior alegria e esperança não estão em nós por nós mesmos, mas escorre da cruz e nos faz sorrir. É o próprio Jesus a fonte de água viva
Deus não deixa a sua cidade ser abalada, embora passe por privações e provações, há esperança, pois Deus se faz presente. Tudo isto nos enche de alegria, pois esperamos viver na nova Jerusalém, o céu.
Se nada e ninguém podiam com o exército de Senaqueribe, só havia um que podia, Deus.
Sendo assim, quando a sua vida estiver em uma situação de completo desespero e desesperança, quando nada e nem ninguém puder solucionar pra você, há então um, somente um que levanta a voz e em toda terra se ouve o livramento e a terra se derrete sob os pés do Senhor.
A vida daquele povo só era possível pelo cuidado de Deus.
De fato, o Senhor dos exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.
II- aprendemos então que a vida vem de Deus, Deus que é Emanuel.
Tema: Deus está presente com o seu povo.
A presença de Deus é real, e a presença de Deus é o
III- Que dá vitória. V8-11
O exercito invencível? Só há um exército invencível, aquele que o Senhor Deus é o comandante.
É importante saber que o servo de Deus passa por tribulações. Mas quando isto acontece, só há um que verdadeiramente pode socorrer.
A guerra vai até o termo que Deus deseja, é certo que em muitos momentos, achamos que o termo que Deus estabelece pra guerra é muito perto de nós, mas é Deus quem põe termo à guerra.
O Salmista agora chama a todos para ver a obra que o Senhor realizou.
Um poderoso exército de números incontestáveis pode facilmente ser derrotado pela força do único Deus. A prova visível no material bélico que sobrara mostrava a força de Deus, a vitória de Deus.
Enquanto “Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus”. Sl 20.7
Esta é a lição que aquele povo, povo de Deus tomava consciência nesta ocasião, confiar em Deus mesmo estando desprovido de qualquer material, equipamento.
O maior e melhor preparo para a guerra é a confiança em Deus, pois Ele é quem dá a vitória.
Vitória não demonstrada num podium, mas em relacionamento. É na intimidade com Deus que se pode viver a esperança viva da vitória.
Aquietai-vos ou mesmo rendei-vos e sabei que Deus é Deus. É um sublime convite dentro desta linda poesia. É um convite pra não viver uma vida pragmática onde se faz e tem que fazer, mas é conhecer, e sem relacionamento diário não se conhece.
É se entregar e saber que nada se faz com as próprias forças para garantir nada, e nenhuma vitória, só Deus pode isto.
É um convite a vislumbrar a vitória do Senhor que é compartilhada com o seu povo.
Lembro-me a esta altura da maior de todas as vitórias de nosso Deus. Se pensarmos que vitória é a intervenção de Deus em dias de dificuldades e problemas veremos que são vitórias, mas não passa de vitórias de alegria passageira, mas a maior de todas as vitórias é de alegria eterna. Refere-se a grandiosa vitória de Cristo na cruz, vitória esta que não apenas gera alegria temporária, mas eterna.
Povo de Deus, lembre-se que o seu Deus, aquele que habita no meio de vós é Deus. Vale a pena ouvir e aceitar este desafio de conhecer relacionando com Deus de Jacó que é o Deus de aliança. Aliança com o seu povo.
Deus exaltado na terra, exaltado entre as nações.
E pela terceira vez nesta manhã vale a pena dizer: o Senhor dos exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.
III – sou vencedor, pois Deus luta por mim sendo Deus Emanuel. O povo de Deus é vencedor através da vitória de Deus.
Conclusão.
Quero terminar dizendo que Deus não está lá em cima apenas assistindo-nos em uma big TV com seu controle remoto na mão.
Afirmo que Deus se envolve em nossas causas, Deus luta por nós e vence por nós.
Quando o seu povo é surpreendido pela fúria do problema, da tribulação, Deus que sempre está presente, estende sua mão para socorrer. Por isso, pode-se afirmar que Deus não assiste, Deus vê e participa. Não está inerte de lá apenas olhando, sabem por quê? Emanuel é Deus que está comigo e com você pronto a ajudar, socorrer, para nos livrar! Amém!
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
HOMEM PRESBITERIANO – HOMEM DE CORAGEM
Desde a infância, ouse-se dizer que homem precisa ser corajoso e destemido. Acontece que por mais que isto fique inculcado na cabeça das crianças, esta realidade não faz parte delas. Afinal, o medo é algo muito comum na infância. Medo do escuro, medo de um lençol branco sobre a cabeça de um adulto, medo de uma caveira feita em abóbora, medo de barulho na janela, medo de sombras no quarto, medo do sonho ruim se repetir...
Os anos passam e estes medos desaparecem. Não se pensa mais em objetos assustadores, o escuro torna-se um aliado para dormir melhor, o adulto sabe que são apenas sombras e assombrações definitivamente não existem. Já os nossos medrosos filhos, sabem que podem confiar no pai ou até mesmo num mais velho, pois estes enfrentam tudo, não tem medo de nada.
Mas ao contrário do que os filhos pequenos pensam, os adultos também têm seus medos. A sensação da falta de segurança, a necessidade de guiar e criar bem os filhos/netos, a incerteza financeira, falsos amigos, convivência desgastada, falar em público...
Enquanto na infância, ouvíamos dizer: não pode ter medo, hoje nós adultos, continuamos a ouvir a mesma frase. Assim como Deus disse no passado aos seus servos, diz-nos hoje também: “Não tenha medo”. Foi assim com Josué: “Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes...” interessante lembrar, que Deus disse isto para Josué, quando este estava encarregado de liderar o povo hebreu na entrada da terra de Canaã, tarefa difícil que por si só, gerava apreensão e medo.
Mas não é fácil, temos nossos medos e com isto, qual é a dica de Deus, uma vez que Ele mesmo diz: “não tenha medo”?
Voltemos à nossa infância para esta resposta: o medo existia e nos impedia de entrar em algum quarto escuro ou mesmo de ir realizar uma tarefa simples num ambiente cheio de trevas, mas bastava nosso pai se levantar e dizer; vamos juntos e isto imediatamente enchia nosso coração de coragem e íamos sem medo e com toda alegria.
É isto que a Bíblia nos diz, veja o final do versículo: “... porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares.” Josué 1.9
Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque Deus está com cada um de nós. É a presença de Deus que nos enche de coragem para irmos à luta.
Homem presbiteriano, você pode e deve ser homem de coragem, pronto a enfrentar qualquer desafio, não que você seja de fato este homem corajoso, mas é que Deus estará com você. Lembram-se do Salmo 23.4? “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo”.
Que Deus seja louvado por esta verdade.
Juliano Costa de Souza
pode usar o texto, basta citar fonte
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Compromisso Cristão.
Vivemos dias em que o compromisso é falho. A palavra deixou de ter valor, pois ela se tornou relativa. A verdade, de igual modo, não é absoluta, pois é melhor acreditar no que quer e não no que é.
Com tudo isto, a igreja cristã é afetada, pois tem faltado cristão verdadeiramente comprometido. Embora você possa argumentar que é comprometido com algumas coisas que acha importante, cabe ressaltar que o cristão precisa ser comprometido com Jesus. Comprometido com aquele que o nomeia, cristão – precisamos carregar as marcas de Cristo.
Um cristão comprometido com Cristo precisa estar comprometido também com a Igreja de Cristo, mas aqui surge um grande problema, pois sempre ouço: eu estou cansado desta igreja! Eu não concordo com o que está acontecendo! Eu não gosto do que estou vendo aqui! De modo que após isto, a tática usada é a de sair experimentando tantas sugestões que acaba formando nos cristãos uma religiosidade superficial, misturada e doentia.
Assim, uma vez que não mais carregamos as marcas de Cristo e nem criamos uma identidade religiosa consistente, deixamos de lutar e defender a Igreja onde Deus nos colocou para servi-lo.
Creio que isto acontece por duas razões:
1 – Porque as pessoas vivem um cristianismo de interesse.
Se no comércio, nós vamos aonde queremos e tem mais promoções, na igreja não deve ser assim! Eu sou defensor da ideia de “Florescer onde Deus nos plantou”. Mas isto é um grande problema, pois a tônica vivida em dias onde o que fala mais alto é o hedonismo, a fórmula é: eu não quero florescer, eu só quero ter! Eu só quero usufruir! Eu só quero curtir! Eu só quero as bênçãos!
Não foi muito diferente nos dias de Jesus. Ele multiplicou os pães – que ótimo! Concluía a multidão; Então, vamos lá de novo! Enquanto Jesus realizou os milagres, havia uma multidão, mas quando Jesus mostrou os erros da multidão, sobraram poucos.
Cristianismo de interesses, muitos têm sido multidão e não discípulo de Cristo.
2 - Pela mesma razão que faz as pessoas não cumprir a palavra dita, não permanecer casadas, não levar adiante compromissos e pactos.
Nós começamos a frequentar uma igreja, declaramos nosso compromisso com Jesus e com aquela comunidade, nos tornamos membros dela, acumulamos até cargos, mas surgem alguns desgostos...
Infelizmente muitos têm uma atitude errada frente aos desgostos. A decisão de muitos é de sair e procurar outra igreja ou simplesmente e infelizmente, criar a sua própria. Com esta atitude, a pessoa ensina que:
a- ao surgir os desgostos na vida, não enfrente, mude de lugar.
b- declarar compromisso só acontece da boca para fora.
c- embora meu pacto tenha sido verdadeiro, pode ser quebrado com facilidade.
Sendo assim, fico me perguntando, em que lugar vamos parar?
Tudo isto certamente vai nos levar a uma calamidade religiosa ainda maior. Precisamos mudar nosso pensamento e atitude. Precisamos estar conscientes que culto não é show, mas é um momento e lugar de serviço, de adoração e de louvor a Deus. Um culto organizado e bonito para Deus que gosta de organização, um culto sem excentricidade, um culto sem egoísmo, um culto em que a Palavra de Deus e não a nossa será a primazia.
Não podemos mais buscar as promoções de várias igrejas e nem mesmo as igrejas serem irresponsáveis negligenciando o genuíno evangelho. Sejamos compromissados com Deus, mas
também com a sua vida, com a sua casa, com a sua igreja. Floresça aí onde Deus te plantou.
também com a sua vida, com a sua casa, com a sua igreja. Floresça aí onde Deus te plantou.Juliano Costa de Souza.
Pode usar, basta citar fonte.
Desenho de Daniel 5 anos
Características do reinado de Davi e de Jesus
desenho Daniel 5 anos
I Crônicas 18.14-17
I Crônicas 18.14-17
Introdução.
Evangelho de Mateus apresenta Jesus como Rei.
Mateus introduz com a genealogia de Jesus e esta genealogia mostra Jesus como Rei a partir da dinastia Davídica. Mt 1.17 – “De sorte que todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze; desde Davi até ao exílio na Babilônia, catorze; e desde o exílio na Babilônia até Cristo, catorze.”
Frequentemente a Bíblia traz uma referência ao reinado de Cristo a partir do reino de Davi.
De modo que o reinado de Davi prefigura um reinado maior, o de Jesus.
Exemplo disto é o Salmo 2 que no Velho Testamento é uma referência a Davi, mas que ao ser citado no Novo Testamento, atribui o Salmo como sendo uma referencia ao ungido perfeito de Deus, o Senhor Jesus.
Elucidação
Em I Cr 18.14-17 podemos conhecer algumas características do reino Davídico, mas quero atualizar em Cristo Jesus que é a raiz de Davi.
TEMA: Características do reinado de Davi e de Jesus.
I – Reinado completo sobre todo Israel. v14
- Reino de Davi se tornou forte e amplo.
- Sl 133 é uma referencia a unidade política e religiosa que Israel alcançou em Davi.
- nunca mais, Israel político viveu com a mesma unidade depois do reinado de Davi.
- Assim também é o Reinado de Cristo:
1- o Reinado de Cristo é completo.
Deus domina.
1 Cr 29:12 Riquezas e glória vêm de ti, tu dominas sobre tudo, na tua mão há força e poder; contigo está o engrandecer e a tudo dar força.
2 Cr 20:6 e disse: Ah! SENHOR, Deus de nossos pais, porventura, não és tu Deus nos céus? Não és tu que dominas sobre todos os reinos dos povos? Na tua mão, está a força e o poder, e não há quem te possa resistir.
O mais poderoso rei é o nosso Rei Jesus.
- Assim como o reino de Davi unia todo Israel, o Reinado de Cristo precisa fazer este sentido pra nós hoje. Nós vivemos no reino de Cristo e este Reino precisa nos unir e nos une em um só povo.
- o texto diz que Davi julgava e fazia justiça neste reinado – o Rei Jesus é aquele que conhece profundamente jamais se engana nos seus julgamentos.
- o maior de todos os julgamentos de Jesus será quando ele retornar para estabelecer por completo e em toda plenitude o seu reinado.
II – outra característica é que no Reinado tem funções diferentes. V15-16ª
Havia comandante do exército – aquele que traça planos de guerra, estrategista de batalha, aquele que ia à frente;
Havia o cronista que recontava em palavras os acontecimentos.
Haviam os sacerdotes
Havia escrivão que escrevia documentos, cópias de livros, atas, etc.
Havia o comandante da guarda real, cuidava da segurança do rei.
- No reino de Jesus também, mas é importante observar no âmbito espiritual e terreno.
1 – no âmbito espiritual, vale lembrar que no reino divino, Jesus é ao mesmo Rei e sacerdote – aquele que redime, que purifica a todos que fazem parte do reino, além de governar.
2 – No âmbito terreno, no reino de Jesus existem funções para serem executadas – estas funções são executadas a partir do nosso serviço.
A questão não é o que você pode fazer, mas é o que você deve fazer! Nós, como servos de Jesus, servindo-o dentro de nossas igrejas.
É claro que existem os dons e talentos, mas nós não podemos esconder aquilo que sabemos.
Sabe-se que existem funções diferentes, cada um precisa fazer alguma coisa para que tudo desenvolva melhor. Se a sua parte não for executada, algo fora da normalidade vai acontecer.
III – chegamos à terceira característica e esta é a mais relacional e íntima. V17b
No reino de Davi, os filhos tinham a primazia ao lado do Rei.
Em Samuel, percebemos que os filhos assentavam à mesa do rei. 2 Sm 9.11 Disse Ziba ao rei: Segundo tudo quanto meu senhor, o rei, manda a seu servo, assim o fará. Comeu, pois, Mefibosete à mesa de Davi, como um dos filhos do rei.
A diferença do reinado de Davi para o reinado de Cristo, é que enquanto os filhos de Davi tinham a primazia, havia neste reinado os servos com menor primazia.
Já no reinado de Cristo, os servos são feitos filhos de Deus.
Os servos que somos nós, no reinado de Cristo, são os que têm a primazia. São os que assentam à mesa com Jesus Cristo.
Conclusão
Jesus te chama hoje para fazer parte do seu reino.
Um reino que está completamente no controle dEle.
Um reino que exige o trabalho dos servos servindo a Igreja, que é agência do reino aqui na terra.
Mas Jesus que te chama hoje para fazer parte do reino dEle não como servo, mas como filho do Rei. Filho de Deus.
Para você assentar à mesa celestial com Deus, olhar para o grande rei supremo e chamá-lo de Pai.
Juliano Costa de Souza - esboço mensagem pregada em novembro de 2010.
Pode usar, basta citar fonte.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
2º encontro de casais abadia dos dourados
Acesse o link abaixo e leia o texto sobre família:
Práticas que não podem faltar em seu lar.
http://julianocso.blogspot.com/2011/05/praticas-que-nao-podem-faltar-em-seu.html
Clique aqui e leia: "Reclamações das esposas"
fotos do 2º encontro de casais da igreja presbiteriana de abadia dos dourados
Práticas que não podem faltar em seu lar.
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Clique aqui e leia: "Reclamações das esposas"
fotos do 2º encontro de casais da igreja presbiteriana de abadia dos dourados
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
“Socorro! Tenho filhos!”
“Socorro! Tenho filhos!”
Juliano Costa de Souza
Eli era sacerdote de Israel e pai de uma família, mas seus dois filhos, Hofiní e Fineias, conforme diz a Bíblia, eram filhos de Beliel, ou seja: filhos ruins, maus e rebeldes. Filhos que não reconheciam o Senhor Deus.
Então, foram reprovados por Deus e também pelo o povo de Israel, mas Eli não os repreendia, era omisso como pai e não disciplinava seus filhos. E quando o pai não usa a autoridade que Deus concedeu, acaba perdendo o respeito de seus filhos.
Com isto, Deus ficou indignado e repreendeu o sacerdote Eli por causa dos filhos desobedientes. Para a tristeza da casa de Eli, este não foi enérgico durante os anos de meninice e adolescência dos filhos, agora, estava respondendo pelos atos de Hofiní e Fineias diante de Deus. O legado, que é a maior herança para os filhos, não fora transmitido a eles.
Então, Deus disse ao menino Samuel, filho de Ana e futuro sucessor de Eli: “Naquele dia suscitarei contra Eli, tudo o que tenho falado a respeito da sua casa, começarei e cumprirei. Pois já lhe disse que julgarei a sua casa para sempre pela iniquidade que ele bem conhecia; seus filhos se fizeram abomináveis e ele não os repreendeu.” I Sm 3.13
Aprendemos com tudo isto que as omissões dos pais quanto à disciplina de seus filhos não passam despercebidas aos olhos de Deus e elas serão cobradas pelo Senhor. Disciplina é um dever dos pais responsáveis e quem é omisso colhe seus frutos e infelizmente, frutos amargos. (I Samuel 2. 12-36 e I Samuel 3)
A experiência do lar de Eli nos ensina a necessidade de levar a sério a educação de nossos filhos. Vivemos dias difíceis com grandes ruínas nas famílias; casas destruídas, tempos de rejeição e secularização dos valores éticos e morais, dias de degeneração familiar, dias de forte apelo à libertinagem, dias de intensa rebeldia a toda autoridade sejam policiais, professores, mais velhos, os pais e até mesmo o próximo.
Nós, pais, devemos ser zelosos para com nossa família. É preciso amar e amar não é dar razão para o filho desobediente em casa e na escola. É tempo de sermos referência para nossos filhos transmitindo-lhes a verdadeira herança, que é o legado.
Mas após tudo isto, se sua situação ainda é de gritar; “Socorro! Tenho filhos!” recorra a Deus em oração, a fim de que o temor do Senhor Deus esteja nos filhos e nunca esmoreça e nem tão pouco peca a esperança. Leve a série a educação de seus filhos.
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